Há um mar que nos une, um mar que nos separa.
O mesmo mar que nos une, nos separa.
Um mar de música, um mar de sentir... um mar de amor...
Um amor que se apropria de nós, mais do que nós dele...
Voz do mar... canta.
É desse encanto que fazemos cor... fazemos alma...
Deixa-me ouvir o que não ouço... /não é a brisa ou o arvoredo/é outra coisa intercalada/ É qualquer coisa que não posso ouvir senão em segredo/e que talvez não seja nada... F.Pessoa
domingo, maio 23, 2004
sábado, maio 15, 2004
DESCOBERTAS
Sonhamos, procuramos, ansiamos.
Temos saudades do que ainda não aconteceu...
De repente... do nada... quando menos esperamos... a magia acontece, a partilha surge
A música, a poesia, o mar... os Sentimentos...
Obrigada Vida !
Temos saudades do que ainda não aconteceu...
De repente... do nada... quando menos esperamos... a magia acontece, a partilha surge
A música, a poesia, o mar... os Sentimentos...
Obrigada Vida !
quarta-feira, maio 05, 2004
urgentemente
Primeiro foi minha filha... trabalho escolar trouxe-me de volta este poema lindissimo... depois, em sincronia, de novo por mão amiga... como se eu não me pudesse esquecer, como se eu não devesse ignorar, o que afinal nunca esqueci, nunca ignorei. Julgo que se não publicasse este poema hoje aqui, eu que tinha intenção de o ter afixado na lua cheia, de outra forma ele me chegaria, como repetida e insistentemente me vão chegando tantas outras coisas que, de tão presentes, de tão prementes, me vou esquecendo e apartando no fogo dos dias. Coisas que de uma forma ou de outra nos voltam sempre, como ondas do mar, para não esquecer, para fazer constar, para crer & mudar...
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugenio de Andrade
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugenio de Andrade
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